Venda-se!

Não seja o que o "mercado quer", e sim quem você é de fato
Não seja o que o “mercado quer”, e sim quem você é de fato

Não, não é nada disso que você pode estar pensando não… Nada a ver com as falcatruas e roubos em Brasília e país afora, mas tudo a ver com a sua carreira, seu sucesso, seu futuro e bem estar. Saber se vender, ou melhor, venda-se, deveria ser matéria obrigatória desde que o ser humano se entende como gente.

Como sempre disse em minha já longa carreira, em palestras, treinamentos e eventos, o problema do mundo está na comunicação. Nos comunicamos mal, ou então comunicamos mal e mentirosamente, o que acarreta danos imensuráveis à vida de milhares de pessoas em guerras idiotas, ou à sua carreira. Tudo gira em torno da comunicação, pense nisso.

Vamos ao ponto. Além da comunicação – é sabido que a timidez, o medo de falar em público, de expor ideias, dificulta muito a vida desde a escola, em família, no mundo do trabalho não é? – a necessidade de se “transformar” em alguém que o mercado, a família, o cargo, etc, etc, aceitem são inibidores do real sucesso que é estar bem consigo mesmo. Desestressado. Sendo você mesmo, e sendo aceito.

Defendo sempre que cada ser humano seja ensinado a se valorizar. Conhecer-se muito bem a si mesmo, com seus defeitos, virtudes, talentos, saber o que tem de melhor e de pior. Com base nisso, compreender que sua formação profissional deve seguir esse diagnóstico de vida, de si mesmo. Tenha a certeza, sua vida será mais leve. Sem máscaras profissionais, familiares. Você sendo você, e se colocando no mundo nas áreas em que seja bem vindo, requerido, e ao final, respeitado.

Ao se conhecer profundamente, o ser humano saberá se vender melhor, e terá extrema segurança de se mostrar para os cargos que quiser. Terá mais facilidade em encarar seus medos, e sentirá poder suficiente para conquistar seu espaço. Nada é pior que se vender como aquilo que não é, ou que tal vaga ou nicho precise, sem que você tenha aptidões, conheça, goste ou seja preparado para tal. A vida lhe cobrará isso, principalmente em sua saúde.

Venda-se como você é. Conheça-se muito bem a si próprio. Capacite-se no que desejar fazer e sentir-se feliz em fazer. Assim, contribuirá para a sua vida ser a melhor possível, será feliz, e certamente, dará ótimos resultados às empresas, oportunidades de trabalho e renda, e até para a sua família e relações afetivas. Pense nisso!

* Salvador Neto é jornalista, empreendedor, coach em comunicação, marketing, liderança e carreira. Enfrentou muitas barras pesadas na vida até aqui, e continua enfrentando. Se vendendo como é. 

Adeus Boechat, até breve

A estúpida morte do maior nome do jornalismo brasileiro, e porque não dizer um dos maiores do mundo, Ricardo Boecht, 66 anos, em uma queda do helicóptero que o levava de Campinas para São Paulo ontem (11/2), enche o jornalismo e toda a sociedade de luto.

Boechat foi um daqueles profissionais que orgulha a quem faz do jornalismo o seu sacerdócio. De forma ímpar, crítico ácido e mordaz dos políticos, empresas, empresários que burlam a lei e se escondem atrás de imunidades, poder econômico e intimidações, ele foi meu mestre no jeito de buscar fazer jornalismo sério, com humor, e com alto grau de profissionalismo. Minha inspiração para fazer jornalismo como faço, que não chega sequer perto do que o mestre fazia, veio dele.

A perda da voz número do bom jornalismo brasileiro faz pensar, e agitar sobre o nosso meio: tá na hora de sacudir a poeira e fazer um jornalismo como manda o figurino, com a imparcialidade, a objetividade, o compromisso com o leitor, a sociedade, e não com os poderosos, os esquemas, o poder econômico e os interesses inconfessáveis que mancham e quase enterram também o jornalismo.

Ricardo Boechat nos deixa órfãos, mas ao mesmo tempo nos incita ao movimento de recuperação do bom jornalismo opinativo, informativo, que critica com acidez, sem perder a ternura. Que vai em busca da verdade, do furo jornalístico sem atacar os princípios básicos da apuração sem cessar, do cuidado com o manejo das fontes e informações, com o desejo de iluminar o que não se quer iluminado.

Gratidão mestre, você se foi de forma tão trágica e inesperada que causa espanto, assim como os fatos nos surpreendem no exercício da profissão. Que o Criador conforte a sua família, seus filhos, seus fãs como eu, e que de onde estiver, continue a nos enviar lucidez e os bons caminhos para o nosso trabalho de informar.

A arte da resiliência – Conheça 9 características das pessoas com alta resiliência

Em tempos como vivemos hoje a resiliência é fundamental

Em tempos como vivemos hoje a resiliência é fundamental

Resiliência é um conceito emprestado da física que significa a capacidade do indivíduo em lidar com situações adversas, superar pressões, obstáculos e problemas, e reagir positivamente a eles sem entrar em conflito psicológico ou emocional.

Todos nós, de tempos em tempos, somos testados na nossa habilidade de adaptação, isto é, na nossa capacidade de resiliência. O principal objetivo da resiliência não é restaurar o passado, mas propiciar condições de dar um salto para frente. É a habilidade de manter o seu propósito enquanto você se adapta a novos métodos e procedimentos.

Diz um velho ditado que não podemos controlar os ventos que sopram no nosso barco, mas podemos ajustar as velas para chegarmos ao nosso destino. É exatamente o que faz a pessoa resiliente: ajusta as velas para chegar ao objetivo, adaptando-se e agindo com flexibilidade diante da conjuntura adversa. Resiliência é um dos sinais do verdadeiro líder, capaz de enfrentar e suplantar crises, problemas, obstáculos e adversidades com serenidade em situações de estresse.

Veja quais são as 9 características das pessoas altamente resilientes:

1. Elas têm grande capacidade de adaptação.
Pessoas resilientes são flexíveis tanto mental quanto emocionalmente. Sentem-se muito confortáveis em utilizar qualidades e comportamentos aparentemente opostos. São indivíduos que têm facilidade em ser ao mesmo tempo lógicos e intuitivos, sérios e brincalhões, calmos e entusiasmados, fortes e gentis.

2. Elas esperam que as coisas sempre terminem bem.
São pessoas dotadas de profundo otimismo alicerçado em fortes valores internos. Têm grande tolerância às incertezas e ambiguidades. Conseguem trazer estabilidade em situações críticas ou caóticas. Costumam perguntar: “O que posso fazer para que as coisas terminem bem para todos nós?”

3. Elas criam emoções positivas em épocas de crise.
Conseguem mergulhar em situações que para outros são estressantes, porque aprendem ótimas lições de situações negativas. Transformam infortúnios e desgraças em coisas boas e se fortalecem com a adversidade. Costumam perguntar: “Como posso modificar isso? Por que foi bom que essa situação negativa acontecesse?”

4. Elas aprendem continuamente com a experiência de vida.
Pessoas resilientes assimilam rapidamente experiências novas ou inesperadas e agregam facilmente essas mudanças às suas vidas. Elas perguntam: “Qual a lição por trás dessa experiência?” Mesmo em meio à crise elas riem e experimentam emoções positivas. Esse comportamento emocional ajuda a liberar a oxitocina e as endorfinas, substâncias preciosas que auxiliam a enfrentar situações de grande pressão.

5. Elas sabem se defender.
Quando confrontadas com ataques e manobras mal-intencionadas elas evitam e boqueiam essas ações, sabem respondê-las buscando também apoio, aliados e recursos adequados para o enfrentamento.

6. Elas têm uma sólida  autoestima.
A autoestima é como você enxerga a si mesmo e determina o quanto você aprende quando algo deu errado. A autoestima faz com que você respeite a si mesmo e aos outros, e saiba aceitar críticas sem ressentimentos, bem como elogios e cumprimentos, sem se ensoberbecer ou tornar-se arrogante.

7. Elas tem amizades e relacionamentos saudáveis.
Existem inúmeras pesquisas mostrando que o apoio social é essencial para a resiliência. Mesmo que você seja introvertido, se você tiver uma pessoa de confiança com quem possa conversar sobre sua situação, isso pode ser extremamente útil. Pessoas solitárias estão mais sujeitas a condições de estresse. Falar com amigos, familiares ou mentores diminui o impacto das adversidades e aumenta o sentimento de autoestima e autoconfiança.

8. Elas são criativas e intuitivas.
São indivíduos que analisam os problemas e dificuldades sob vários ângulos e descobrem várias soluções diferentes para eles. Sabem e reconhecem a importância da intuição como fonte de dicas e orientações. Procuram constantemente desenvolver a criatividade expandindo, assim, a inventividade e a busca de novos horizontes profissionais.

9. Elas melhoram a cada ano que passa.
A medida que o tempo passa tornam-se cada vez mais resilientes, alertas, competentes e de temperamento jovial. Gastam menos tempo tentando sobrevier – como faz a maioria -, e concentram-se em viver ativamente o presente, mirar para o futuro e superar crises prontamente. Pessoas resilientes invariavelmente fazem com que seu futuro seja maior do que o seu passado – pois não repousam em suas conquistas – e que o seu aprendizado seja sempre maior do que a experiência já adquirida.

* Texto extraído e condensado do livro “O Poder da Liderança”, de Ernesto Artur BergJuruá Editora.

Você sabia que apertos de mão também comunicam? E muito!

Fique ligado nos apertos de mãos que recebe...

Fique ligado nos apertos de mãos que recebe…

Você provavelmente já deve ter recebido diferentes apertos de mão: dos mais fortes e confiantes aos mais suaves, que fazem parecer que você está chacoalhando uma planta nas mãos. Obviamente, um aperto de mão mais firme demonstra segurança e pode fazer a diferença no mundo dos negócios, mas a equipe da The Week foi mais a fundo no assunto.

Eles pesquisaram mais sobre os apertos de mão e encontraram uma série de fatos interessantes sobre esse ato tão comum. Grande parte das observações saíram da obra “The Definitive Book of Body Language – O livro definitivo da linguagem corporal –, ainda sem tradução para o português. Abaixo, listamos algumas dicas que podem fazer a diferença para quem quer impressionar com um bom aperto de mão ou para quem apenas quer ficar de olho no que podem significar esses gestos.

Vladimir Putin usando a posição superior para o aperto de mão com Obama. Fonte da imagem: Reprodução/The Week

A primeira lição é sobre a forma como você posiciona a mão: quem a coloca pelo lado superior, com a palma virada para baixo, tem a intensão de ter o controle do encontro. O mesmo ocorre de forma inversa. Ao posicionar a mão de forma inferior, você indica submissão, demonstrando que a outra pessoa pode ter controle naquele momento.

Vice-presidente dos Estados Unidos em aperto de mão com o Primeiro-ministro britânico. Fonte da imagem: Reprodução/The Week

Para apertos de mão feitos de forma lateral, posando para uma foto, a vantagem é sempre da pessoa que fica do lado esquerdo do fotógrafo. Quem cruza o braço por cima de seu corpo parece sempre estar em uma posição de poder maior se comparado a quem fica com o corpo aberto e cotovelo dobrado.

Já o aperto feito com duas mãos, ao contrário dos outros modos, demonstra intimidade. A pessoa que faz o aperto dessa forma demonstra carinho ao aumentar o contato físico, mas ao mesmo tempo essa pode ser uma boa forma de recuperar o controle caso a outra pessoa dê um aperto com a mão em posição superior.

Papa Bento XVI em um aperto de mão duplo com Joachim Gauck, presidente da Alemanha. Fonte da imagem: Reprodução/The Week

Ao mesmo tempo que a posição indica a ligação íntima, também pode demonstrar controle. Mas tenha cuidado: o movimento não deve ser feito para pessoas estranhas. Os autores do livro indicam que esse aperto de mão é como um “abraço em miniatura” e é aceitável apenas em situações em que um abraço seria aceitável.

Para quem quer ter um aperto de mão impressionante, o segredo, no entanto, não é misturar as técnicas e criar um aperto de mão superior, com as duas mãos e feito pelo lado esquerdo. Na verdade, os autores apontam que, em algumas situações, um aperto de mão muito poderoso pode ter efeitos ruins.

Se você é novo em uma empresa e der um aperto de mão intimidador em seu chefe, ele pode achar você excessivamente confiante ou, até mesmo, rude. Então, a menos que você tenha o objetivo de intimidar a outra pessoa, é melhor optar por um aperto de mão com a mão em posição vertical, demonstrando respeito e igualdade pelo outro, além de manter o contato visual e seguir a força do aperto que a outra pessoa indica.

Com informações da The Week e MegaCuriosos

Assessoria de Imprensa – Qual a melhor forma de contatar um jornalista?

SalvadorNeto-Comunicacao-assessoria-de-imprensa-jornalistas-redação-novas-tecnologias-redes-sociaisNa busca por oferecer conteúdo relevante aos nossos leitores, apoiadores, clientes, fornecedores, admiradores, publicamos aqui matéria importante sobre a nova relação entre assessorias e assessores de imprensa com os jornalistas de redação, portais e outros meios de mídia. O conteúdo é do Comunique-se.

Com as novas tecnologias, que sempre se inovam, esta relação tem várias nuances, e principalmente, podem ajudar ou complicar a vida dos assessores de imprensa. Leia, comente, compartilhe:

A comunicação entre as pessoas — incluindo jornalista e assessor — está mudando, uma vez que ela se adapta às constantes inovações tecnológicas e crescimento contínuo do uso das redes sociais. Para se ter uma ideia desse boom, Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, anunciou recentemente que a rede social atingiu a marca de 2 bilhões de usuários. O fundador da empresa declarou que “nós fizemos um grande progresso conectando o mundo, e agora vamos fazer o mundo ficar mais próximo”.

Por se tratar de profissionais de comunicação, as plataformas digitais — Twitter, Whatsapp, Facebook, E-mail — são para eles importantes meios e excelentes oportunidades para divulgarem o trabalho e estabelecerem novos contatos.

Com o intuito de buscar o entendimento da relação entre jornalista e assessor no cenário atual, o Comunique-se realizou uma pesquisa com cerca de 400 jornalistas. Os números apresentados tornaram-se valiosos, pois ajudaram o assessor a entender o que se espera dele, quais são as falhas que estão havendo na comunicação entre as áreas e como o foco no meio digital alterou a forma como as relações se dão.

Resultados e entrevistas
Através dos resultados foi possível perceber que existe uma necessidade de aproximação e fortalecimento da relação com o assessor, incluindo as redes sociais como um meio para ser explorado com tal finalidade. A jornalista Joice Hasselmann, apresentadora do programa “Os Pingos nos Is”, da Jovem Pan, comentou sua preferência em ser contatada e explicou o motivo com base em sua experiência ao longo da carreira.

“Eu acho que o telefone ainda funciona bem. Eu vou te dar um exemplo. Só na minha caixa de entrada eu tenho 26.785 e-mails, o que é uma loucura porque muitas pessoas descobrem nosso contato por ser uma pessoa público, e você tem todo tipo de contato, aqueles que são fãs, os que não gostam de você ou o assessor. Eu tenho uma assessoria que me ajuda, mas mesmo assim fica difícil fazer essa triagem. Então o bom e velho telefone é muito bom. Whatsapp eu acho que é sensacional, porque está ali na hora, se você não responder a pessoa te chama de novo, se você não visualizou ela te chama de novo, pega no seu pé, então é bem útil”, comentou Joice, que em 2017 ganhou o prêmio “Troféu Influenciadores Digitais 2017″ pela Revista Negócios da Comunicação.

Assim como Joice Hasselmann, 89% dos jornalistas responderam que tendem a aceitar ou adicionar assessores no WhatsApp. Portanto, é perceptível que a construção de um relacionamento de influência não se trata de apenas qualificar segmentações e enviar releases. As assessorias podem tentar se apresentar e estreitar relacionamento de uma maneira natural.

Um estudo divulgado pela Newhouse School of Public Communications, da Universidade de Syracuse, nos Estados Unidos, detectou que 70% dos jornalistas usam as redes sociais para estabelecer um contato maior com assessores de imprensa.

Abordagem nos primeiros contatos
Quando ainda não existe uma relação entre os profissionais, os jornalistas preferem um contato menos invasivo. Por isso, a preferência, quase unânime (91%), é pelo e-mail como melhor meio de receber um release. A partir do instante em que há uma proximidade maior, 61% dos jornalistas têm melhor aceitação de follow-up, por exemplo.

Poliane de Campos Brito, assessora da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), conversou com o Comunique-se explicando a abordagem que realiza com os jornalista no decorrer do seu trabalho.

“Esse contato vai depender da relação com o jornalista. Se você já tem o jornalista no Facebook, por que não contatá-lo por lá? Se em outras ocasiões você trocou mensagens com ele por WhatsApp, também pode realizar a abordagem por lá. Assim como outras redes sociais pode funcionar bem. A maioria dos jornalistas está à vontade para receber contato por qualquer um destes canais. Mas, se não existe um relacionamento anteriormente, comece enviando um e-mail para não ser inconveniente. Conforme for pegando intimidade, aí você passa a se comunicar por telefone. Ou seja, tudo depende do grau de relacionamento”, declarou Poliane, que já atuou na gestão de crises de empresas nacionais e internacionais.

Com base nisso, ressaltamos a importância do assessor saber se o jornalista está presente nas redes antes de realizar a abordagem. Um documento comercial da Cision, fornecedora de soluções de gerenciamento de mídia, examinou como os jornalistas estão usando as mídias. O artigo, publicado no portal americano Adweek, classificou-os em cinco tipos:

  • Arquitetos: grupo composto de jornalistas que acreditam que as redes sociais tiveram um impacto positivo na indústria e aconselham a utilização.
  • Promotores: acreditam que o uso mais importante para as redes sociais é a publicação, promoção, engajamento e monitoramento.
  • Caçadores: são os profissionais que passam duas horas ou menos usando as mídias sociais para o trabalho.
  • Observadores: eles minimizam sua presença nas mídias sociais e passam a maior parte do tempo observando conteúdos de leitura social de pessoas que seguem.
  • Céticos: são os profissionais que passam pouco tempo nas redes sociais e não estão convencidos dos benefícios que elas trazem para o trabalho.

    A pesquisa da Global Social Journalism Study, conduzida em parceria com a Universidade Canterbury Christ Church, constatou que os promotores representam a maioria nos EUA. Dos entrevistados, 92% disseram que a interação com o público é importante, bem como o monitoramento de atividades em outras mídias. De acordo com o relatório, os jornalistas estão mais ativos nas mídias, com um aumento notável na atividade rotineira.

Em uma comparação com 2013, algumas mudanças não foram tão positivas. Isso porque, apesar de mais jornalistas acreditarem que seu trabalho seria mais difícil sem redes sociais, poucos profissionais concordam que elas melhoram a produtividade. Além disso, os jornalistas também estão mais preocupados com os padrões, com 54% concordando que as mídias sociais prejudicam os valores jornalísticos tradicionais.

A jornalista Débora Bergamasco, que recentemente deixou a revista IstoÉ, onde atuava como diretora de redação da sucursal de Brasília, também se preocupa com os valores. Na visão da experiente profissional, o conteúdo informado ou divulgado pelo assessor é mais importante do que o meio de contato.

“O grande diferencial não é o modo de contato, mas sim o tema. Assessor bom e que ganha nossa confiança é aquele que tem informação de qualidade e nos dê informações exclusivas. Não importa se ele me procura por redes sociais, WhatsApp ou e-mail. Se não tiver uma informação relevante, não vai servir. Eu, por exemplo, trabalho principalmente com cobertura de política, mas recebo releases de tratamento de pele, de poetas e muitos outros. Ou seja, a mensagem não vai ter o efeito, porque não está direcionada no caminho certo”, opinou Débora, que no mês de agosto passou a escrever para a Época, da Editora Globo.Tendência de comunicação do assessor pelas redes sociais

Com o crescimento cada vez maior das redes e surgimento de novos canais de comunicação, a tendência, apontada por 49% dos profissionais de comunicação, acreditam na ampliação de networking através do social. Isso acontece pois a maior parte dos jornalistas vê nas redes uma oportunidade de conhecer e se aproximar dos assessores e assessoria de imprensa (88%) e não um meio de contato frio para releases, por exemplo.

A conclusão que podemos trazer é que o assessor deve construir ou fortalecer o relacionamento com o jornalista com sabedoria. Isso inclui, primeiramente, analisar se ele está presente e utiliza as redes. Depois, demonstrar valor compartilhando conteúdos relevantes, fazendo convite para eventos, marcações e desenvolvendo conversas naturais, seja no Twitter, Facebook, LinkedIn ou qualquer outra.

Como alertou Débora Bergamasco, a questão é saber entregar ao jornalista informações relevantes que o possibilite gerar bons conteúdos. A partir daí, o relacionamento vai fortalecer, gerando uma confiança maior no trabalho do assessor.

Publicidade não é somente para consumo, mas também para conscientizar

A missão da publicidade é não apenas convencer os consumidores a adquirir determinados produtos, mas também conscientizá-los sobre questões socialmente relevantes. Para mostrar o poder da propaganda de fisgar a nossa atenção para temas que muitas vezes passam despercebidos, nós separamos algumas criações que conseguiram ser mais persuasivas do que um punhado de palavras. Confira:

1. “Trabalho infantil: se você não falar nada, ele não para”

 

2. Uma foto do mundo em desenvolvimento: a selfie que não deveria existir

3. Doces que matam: cartaz produzido para aumentar a conscientização sobre o diabetes

4. Campanha chinesa que alerta para a importância da doação de órgãos

5. “É assim que o meio ambiente vive: tentando sobreviver”

6. “Não é pele; é a mãe de alguém”

7. Uma forma simples de advertir os fumantes sobre os riscos causados pelo tabagismo

8. Campanha do Programa Mundial de Alimentos da ONU

9. Cartaz alerta para as enchentes provocadas pelo desmatamento que deixam milhões de desabrigados

10. Um aviso sobre os riscos de utilizar o celular enquanto dirige um carro

11. Peça produzida na Romênia que pergunta: “Quão grande precisa ser o lixo para você parar de ignorá-lo?”

12. Anúncio sobre a importância de tornar os espaços públicos mais acessíveis

13. Unicef: “Trabalhamos por um mundo onde esta imagem não contenha outro significado”

14. Campanha de um banco de sangue de Pernambuco sobre a necessidade de doações

15. Anistia Internacional: “300 mil crianças indo para a guerra em vez da escola”

* Com informações do Megacuriosos

Qual o seu conteúdo?

Neste mundo digital, até o que é conteúdo muda rápido!

Neste mundo digital, até o que é conteúdo muda rápido!

Não é novidade para ninguém no mundo, principalmente do corporativo, de que a internet mudou e vai mudar ainda muito mais a vida, os negócios, a comunicação entre pessoas e negócios, as relações empresariais e interpessoais como um todo. A pergunta que fica é: qual o conteúdo que você oferece, ou ainda vai oferecer?

Quando falamos de conteúdo, invocamos a necessidade de pessoalmente a pessoa saber quem ela é, qual seu melhor talento, como ela se expressa e se vende ao mercado, ao mundo, entre outras coisas. Quando citamos conteúdo, também se trata de verificar no mundo corporativo se a empresa já se posiciona estrategicamente neste cenário midiático novo, no qual o seu cliente não é mais um mero recebedor de informações, promoções e coisas do gênero!

Conteúdo também pode ser analisado aqui sobre o aspecto do que sua empresa, ou você mesmo, está disponibilizando em seus sites, blogs, redes sociais. Que temas aborda, com que profundidade, qual o interesse público, ou do público? Quais formatos utiliza para que sua mensagem alcance o objetivo proposto. Aliás, você tem algum planejamento estratégico sobre tudo isso?

O fato é amigos e amigas, que neste mundo que muda a cada minuto, o conteúdo deixou de ser apenas o que você publica, com que texto, foto ou periodicidade. Mais que isso, conteúdo é a qualidade, o formato, e fundamentalmente, que o que divulgar ou vendes tenha efetivamente verdade e compromisso. Pense nisso!

* Salvador Neto é jornalista, empreendedor, coach em comunicação, marketing, liderança e carreira. Enfrentou muitas barras pesadas na vida até aqui, e continua enfrentando. Se vendendo como é. 

O importante é saber se vender…

Não seja o que o "mercado quer", e sim quem você é de fato

Não seja o que o “mercado quer”, e sim quem você é de fato

Não, não é nada disso que você pode estar pensando não… Nada a ver com as falcatruas e roubos em Brasília e país afora, mas tudo a ver com a sua carreira, seu sucesso, seu futuro e bem estar. Saber se vender, ou melhor, venda-se, deveria ser matéria obrigatória desde que o ser humano se entende como gente.

Como sempre disse em minha já longa carreira, em palestras, treinamentos e eventos, o problema do mundo está na comunicação. Nos comunicamos mal, ou então comunicamos mal e mentirosamente, o que acarreta danos imensuráveis à vida de milhares de pessoas em guerras idiotas, ou à sua carreira. Tudo gira em torno da comunicação, pense nisso.

Vamos ao ponto. Além da comunicação – é sabido que a timidez, o medo de falar em público, de expor ideias, dificulta muito a vida desde a escola, em família, no mundo do trabalho não é? – a necessidade de se “transformar” em alguém que o mercado, a família, o cargo, etc, etc, aceitem são inibidores do real sucesso que é estar bem consigo mesmo. Desestressado. Sendo você mesmo, e sendo aceito.

Defendo sempre que cada ser humano seja ensinado a se valorizar. Conhecer-se muito bem a si mesmo, com seus defeitos, virtudes, talentos, saber o que tem de melhor e de pior. Com base nisso, compreender que sua formação profissional deve seguir esse diagnóstico de vida, de si mesmo. Tenha a certeza, sua vida será mais leve. Sem máscaras profissionais, familiares. Você sendo você, e se colocando no mundo nas áreas em que seja bem vindo, requerido, e ao final, respeitado.

Ao se conhecer profundamente, o ser humano saberá se vender melhor, e terá extrema segurança de se mostrar para os cargos que quiser. Terá mais facilidade em encarar seus medos, e sentirá poder suficiente para conquistar seu espaço. Nada é pior que se vender como aquilo que não é, ou que tal vaga ou nicho precise, sem que você tenha aptidões, conheça, goste ou seja preparado para tal. A vida lhe cobrará isso, principalmente em sua saúde.

Venda-se como você é. Conheça-se muito bem a si próprio. Capacite-se no que desejar fazer e sentir-se feliz em fazer. Assim, contribuirá para a sua vida ser a melhor possível, será feliz, e certamente, dará ótimos resultados às empresas, oportunidades de trabalho e renda, e até para a sua família e relações afetivas. Pense nisso!

* Salvador Neto é jornalista, empreendedor, coach em comunicação, marketing, liderança e carreira. Enfrentou muitas barras pesadas na vida até aqui, e continua enfrentando. Se vendendo como é. 

Marketing Digital – Empresas esperam crescimento de 30% no setor

estrategia-de-marketing-digital-no-comercio-eletronicoO marketing digital ganhou popularidade em 2016 com pequenas, médias e grandes empresas firmando presença online e promovendo serviços e produtos por meio de vários canais digitais, tais como: mídias sociais, websites e afins. Hoje, o marketing está dando lugar a formas mais inteligentes de comunicação, que se baseiam na entrega com qualidade , ao invés de apenas produtos ou serviços.

“O ano de 2016 foi agitado para o meio digital. Podemos destacar a aquisição do LinkedIn por U$ 26 bi pela Microsoft, o Pokemon Go que se tornou o game mais jogado dos EUA em uma semana, e no e-commerce, a Alibaba anunciou um faturamento de U$ 14,3 bi em apenas 24 horas no Single’s Day, data comemorativa na China. No Brasil, a Black Friday cresceu 17%, segundo a Ebit, e empresas de automação de marketing receberam investimentos na casa dos R$ 60 milhões”, explica Daniel Cardoso, especialista em e-commerce e Marketing Digital da Impacta Treinamentos.

Para Cardoso, a mídia programática está deixando de ser exclusiva dos grandes anunciantes e passa a entrar no orçamento das empresas de médio porte. “As companhias começam a entender e a utilizar mais atendimentos por Bots, que permitem, por exemplo, que um cliente de banco consulte seu saldo por meio do Facebook”.

Incerteza econômica e marketplaces são desafios
A Crise econômica tem sido um grande obstáculo para o setor e possivelmente continuará sendo em 2017. De acordo com Vinicius, um grande problema a ser resolvido pelos varejistas online é o crescimento dos marketplaces.

“Algumas lojas virtuais decidiram focar quase 100% dos esforços neste modelo de divulgação, visando aumentar as vendas. Obviamente, os marketplaces são importantes e essenciais para as lojas virtuais. Contudo, com a consolidação e o aumento de concorrentes nos grandes portais brasileiros, os varejistas perceberam que é importante também vender por outros canais em seu próprio site, onde muitas vezes é possível vender mais barato, especialmente usando o e-mail marketing”.

Já Daniel acredita que o maior obstáculo é a incerteza dos empresários que aguardam uma maior estabilização do cenário macroeconômico. “Para 2017 apesar do ritmo lento do crescimento da economia, as empresas precisam ser ágeis em busca do melhor retorno de mídia, o que é positivo para o Marketing Digital, bastante efetivo e mensurável”.

Setor espera ano promissor
Em 2017 o marketing digital deve avançar em busca de personalização da comunicação. “As empresas que se dedicam a estudar e mapear detalhadamente quem é o seu cliente ideal – a persona – saem na frente para estabelecer uma comunicação mais eficiente. Na Mailbiz, trabalhamos focados em ajudar cada cliente a se comunicar melhor com o seu público, para colher como resultado maior engajamento e volume de vendas. Pretendemos crescer 75% em 2017 no que se refere à base de clientes”, afirma Vinicius.

O atual cenário econômico aumentou a procura por capacitação no setor. Daniel conta que a Impacta registrou um crescimento de 40% nos cursos de Marketing de Conteúdo e de Mídias Sociais.

“Esperamos que o crescimento se mantenha. Temos a intenção de ampliar nossa gama de cursos para melhor atender a demanda de mercado”. O CEO da Pílula Criativa também vislumbra melhoras para o futuro. “Pretendemos crescer 30% em 2017, e aumentar nosso leque de ofertas, tornando a agência ainda mais completa”, conclui Thiago.

Com informações do Dino

Comunicação e Jornalismo – 10 filmes para estudar e saber mais

SalvadorNeto-Comunicacao-jornalismo-midia-filmesO audiovisual não é apenas produto de entretenimento, mas também de aprendizado. No jornalismo e na comunicação o audiovisual é material de trabalho, é ferramenta de produção de conteúdo e por que não, material de ensino?!

O cinema, comunicação de massa audiovisual, considerado a 7ª arte é uma excelente maneira de estudar e compreender as diversas facetas da vida. E entre elas os vários olhares da comunicação e do jornalismo. O cinema é capaz de instigar debates e reflexões. De levar através da arte vivências e experiências vindas de todos os lugares. Um poder capaz de mudar pessoas e transformar sociedades inteiras.

Baseado nisso, o Imperatriz Notícias listou dez filmes para quem quer estudar e refletir um pouco mais sobre a comunicação e o jornalismo. Uma lista elaborada pelo ex-professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Antônio Fabrício Evangelista, Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) que já lecionou disciplinas como laboratório de Telejornalismo e Cinevídeojornalismo.

 

  1. Cidadão Kane (Orson Wells, 1941) kane

Sinopse: A ascensão de um mito da imprensa americana, de garoto pobre no interior a magnata de um império dos meios de comunicação. Inspirado na vida do milionário William Randolph Hearst.

“Cidadão Kane talvez seja um dos filmes mais importantes não só do tema, mas também do cinema. Ele trabalha uma linguagem cinematográfica revolucionária para a época. O diretor Orson Wells utilizou de linguagem flashback, profundidade de campo, para fazer parte da narrativa. Ele é importante porque narra a ascensão de um grande magnata da comunicação. Ele mostra qual o poder da comunicação dentro dessa área política. É um dos primeiros filmes a tratar disso de uma forma tão clara e incisiva.”

Onde encontrar*

itunes:  $ 14.99

Submarino:  R$ 19,90

Livraria Cultura:  R$ 18,60

Ponto Frio: R$ 19,90

 

  1. Muito além do cidadão Kane (Simon Hartog, 1993)

Sinopse: Muito Além do Cidadão Kane é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog exibido em 1993 pelo Channel 4, uma rede televisiva pública do Reino Unido. Mostra as relações entre a mídia e o poder do Brasil. O documentário apresenta depoimentos de destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda que na época tinha um programa na emissora, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o ex-Ministro da Justiça Armando Falcão, o publicitário Washington Olivetto, o escritor Dias Gomes, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira e Gabriel Priolli e o atual ex-presidente do Brasil Luís Inácio Lula da Silva.

“Ele é um documentário que faz uma análise e mostra o cenário da Rede Globo (sistema de televisão). É um filme que traz uma série de denúncias sobre como foi implantada a Rede Globo. E a própria influência do Roberto Marinho e da família Marinho na política brasileira. E é um filme cheio de folclore, dizem que ele é proibido no Brasil. O que de fato é difícil mesmo de encontra-lo para assistir.”

 

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 15,90 à R$ 25,90

 

  1. O mercado de notícias (Jorge Furtado, 2014)

Sinopse: O filme traz os depoimentos de treze importantes jornalistas brasileiros sobre o sentido e a prática de sua profissão, as mudanças na maneira de consumir notícias, o futuro do jornalismo, e também sobre casos recentes da política brasileira, onde a cobertura da imprensa teve papel de grande destaque. O surgimento do jornalismo, no século 17, é apresentado pelo humor da peça “O Mercado de Notícias”, escrita pelo dramaturgo inglês Ben Jonson em 1625. Trechos da comédia de Jonson, montada e encenada para a produção do filme, revelam sua espantosa visão crítica, capaz de perceber na imprensa de notícias, recém-nascida, uma invenção de grande poder e grandes riscos.

“Ele usa uma peça que fala sobre essas questões da notícia. Ele faz uma comparação com a atual conjuntura das comunicações no Brasil hoje. É muito interessante para quem quer estudar jornalismo, entender a comunicação, principalmente no contexto político do Brasil.”

 

Onde encontrar*

Livraria Cultura:  R$ 39,90

 

  1. Boa noite, e boa sorte (George Clooney, 2005) boanoite

Sinopse: Edward R. Morrow (David Strathairn) é um âncora de TV que, em plena era do macarthismo, luta para mostrar em seu jornal os dois lados da questão. Para tanto ele revela as táticas e mentiras usadas pelo senador Joseph McCarthy em sua caça aos supostos comunistas. O senador, por sua vez, prefere intimidar Morrow ao invés de usar o direito de resposta por ele oferecido em seu jornal, iniciando um grande confronto público que trará consequências à recém-implantada TV nos Estados Unidos.

“Fala do contexto político na época da guerra fria e o macarthismo era a perseguição à pessoas de esquerda filiados à partidos comunistas ou qualquer pessoa que tivesse algum ideário de esquerda e se opusesse ao regime americano. O filme aborda bem a questão da censura e da liberdade de expressão dos Estados Unidos nesse período.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 11,00 à R$ 41,89

Google Play Filmes: Em breve

 

  1. Terra em transe (Glauber Rocha, 1967)

Sinopse: O senador Porfírio Diaz (Paulo Autran) detesta seu povo e pretende tornar-se imperador de Eldorado, um país localizado na América do Sul. Porém existem diversos homens que querem este poder, que resolvem enfrentá-lo.

“Não é necessariamente um filme sobre jornalismo ou comunicação, mas ele é um filme muito importante na história do cinema brasileiro e o personagem principal do filme é um jornalista e ele está dentro de um processo que é bem parecido com o que estamos vivendo agora de um golpe. A função dele como jornalista na trama é muito importante. Bom filme.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 15,00 à R$ 40,00

Delta Vendas: R$ 54,90

Serviço de Streaming: NOW (NET e Claro HD tv) Canal Brasil

Canal por assinatura: Brasil

  1. Medo e delírio em Las Vegas (Terry Gilliam, 1998)

Sinopse: Enviado para Las Vegas para cobrir o Mint 400, uma corrida de motos no deserto, o jornalista Dr. Thompson (Johnny Depp) e seu advogado (Benicio Del Toro) se encontram numa cidade onde somente drogas poderosas podem fazer com que as coisas sejam ligeiramente normais.

“É um filme extremamente lisérgico. É uma comédia, mas também provoca uma reflexão. É importante para o jornalismo porque acaba falando de um gênero jornalístico que realmente existe, o jornalismo gonzo ”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 10,00 à R$ 40,00

Google Play Filmes: R$ 3,90

Livraria Cultura:  R$ 29,90

 

  1. O Abutre (Dan Gilroy, 2014)

Lou Bloom (Jake Gyllenhaal) é um jovem determinado e desesperado por trabalho que descobre o mundo em alta velocidade do jornalismo sensacionalista em Los Angeles. Ao encontrar equipes de filmagem freelances à caça de acidentes, incêndios, assassinatos e outras desgraças, Lou entra no reino perigoso e predatório dos nightcrawlings – as minhocas que só saem da terra à noite.

“Esse filme é mais recente. Ele retrata bem o jornalismo policial sanguinário. Apesar de ser um thriller policial e do protagonista ser um psicopata, é uma boa reflexão sobre os limites do jornalismo”

Onde encontrar*

Itunes: $ 9,99

Mercado Livre: R$ 19,90

Saraiva:  R$ 29,90

Casas Bahia: R$ 19,90

  1. O passageiro – Profissão: Repórter (Michelangelo Antonioni , 1975)

David Locke, um jornalista televisivo, está no deserto africano preparando um documentário sobre as guerrilhas da região. Depois de ser abandonado pelo seu guia e ter seu veículo Land Rover Defender atolado na areia, ele entra em crise, se vendo cansado do trabalho, do casamento e da vida. Ele consegue voltar ao hotel e procura pelo inglês estranho Robertson, um hóspede que lhe contara um pouco da vida dele, fascinando David ao se mostrar como um viajante despreocupado.

“Uma obra do Antonioni. Já é um traço do diretor um existencialismo cinematográfico, mas nesse filme o protagonista é um repórter que decide trocar de identidade e o desenrolar da drama faz uma relação com a prática da investigação e aprofundamento de uma pesquisa. Uma fotografia maravilhosa e uma das cenas mais antológicas do cinema.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 44,90 à 60,00

 

  1. A doce vida (Federico Fellini, 1960)

Roma, início dos anos 60. O jornalista Marcello (Marcello Mastroianni) vive entre as celebridades, ricos e fotógrafos que lotam a badalada Via Veneto. Neste mundo marcado por um vazio existencial, frequenta festas, conhece os tipos mais extravagantes e descobre um novo sentido para a vida.

“Uma das obras primas de Fellini nos bota na ótica de um jornalista sensacionalista. O filme faz um paralelo entre o jornalismo, a sociedade e a modernidade. Destaque para o jornalista cafajeste feito pelo Marcelo Mastroiani.”

Onde encontrar*

Mercado Livre: R$ 43,00 à 60,00

Walmart.com: R$ 44,90

Livrarias Curitiba: R$ 42,66

Serviço de Streaming: NOW (NET e Claro HD tv) Aluguel: R$ 5,90

 

  1. Levante sua voz (Pedro Ekman, 2009)

Vídeo produzido pelo Intervozes Coletivo Brasil de Comunicação Social com o apoio da Fundação Friedrich Ebert Stiftung remonta o curta “Ilha das Flores” de Jorge Furtado com a temática do direito à comunicação. A obra faz um retrato da concentração dos meios de comunicação existente no Brasil.

“Documentário/paródia feita pelo coletivo Intervozes que meio que atualiza o “Além do cidadão Kane.”

Onde encontrar:

Vimeo: https://vimeo.com/17039057

*Todos os valores citados nessa matéria correspondem a uma pesquisa de preços realizada em 13/01/2017. Preços e disponibilidades sujeitos à mudança.

As sinopses foram extraídas do site sobre cinema: Filmow.com.br.