Agressões nas escolas é resultado de descaso geral

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Está estampado hoje nos principais jornais de Santa Catarina e inúmeros blogs e sites noticiosos a agressão covarde a uma estudante dentro da sala de aula em Joinville. A violência foi tamanha que a garota teve traumatismo craniano, e isso que foram meninas, isso mesmo, mulheres que a agrediram e a mais uma colega. Não foi a primeira vez, nem será a última, em que estudantes brigam por qualquer coisa. A adolescência é uma fase difícil, complicada, onde a autoafirmação perante os demais é latente. Mas o que não se pode admitir é a omissão da direção escolar e das autoridades responsáveis pela educação, neste caso, do estado.

Após ser agredida, a menina procurou ajuda, mas pouco ou quase nada foi feito. Pior, ela teve de ser hospitalizada, enquanto suas agressoras retornaram à sala de aula tranquilamente. Ou seja, o crime compensa. Um empurrou para o outro a responsabilidade, e ninguém age para que essas situações não aconteçam mais, pelo menos na frequência em que ocorrem. Outra coisa que está faltando é o comando dos pais sobre seus filhos. Há um permissividade enorme aos costumes e ações dos filhos. Eles podem tudo em nome da nova forma de educar. Um erro grave que implica em uma sociedade em que o respeito é lixo, e onde a violência é a ferramenta para se resolver diferenças pessoais ou profissionais.

Está na hora de se rediscutir a forma como a sociedade deve tratar a sua juventude. Senão veremos mais violência, mortes e tristezas. É isso que queremos? 

É por essas e outras que a política cai em descrédito - 2

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Falta aos nobres líderes políticos voltar a ter coragem de enfrentar suas contradições. Assumir o que prometeram, explicar porque não é possível cumprir, ou pelo menos, quando se poderá cumprir. A simples e inaceitável, para dizer pouco, negação da palavra empenhada é prática das mais nefastas para a cidadania, empobrece a democracia. Tanto o prefeito Carlito Merss, que após 20 anos tentando assumir a cadeira no Executivo conseguiu vencer, quanto o deputado Kennedy Nunes, que tem o eterno sonho de administrar a maior cidade do estado, podem ter sepultado suas carreiras políticas.

Carlito por que defendia a Joinville de toda a sua gente, que arrebatou multidões com suas propostas de mudanças, e que agora mostra que vai defender mesmo é a Joinville da gente de sempre, quanto Kennedy, que se aliou quando o interesse era vencer, gostou quando ocupou cargos importantes na estrutura da Prefeitura, mas ao ver seu nome queimar rapidamente como folha de papel, tenta sair do fogo como herói dos oprimidos, se dizendo enganado. Enganado? Ou enganou pensando que tudo passaria como brancas nuvens no céu? Francamente senhores.

Por outro lado, essa peça de péssimo gosto que encenam para os joinvilenses pode ter servido para sepultar também, esperamos, a prática política da promessa fácil, da venda de ilusões, dos chavões populistas, da demagogia barata que utiliza os meios de comunicação social. As próximas eleições vão nos dizer isso. E que esse fato político possa servir para que uma legislação mais forte quanto a promessas não cumpridas possa emergir, ou melhor, entrar em cena no lugar desse teatro do absurdo. 

É por essas e outras que a política cai em descrédito - 1

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Esse novo episódio do “rasga-promessas”, um dramalhão mexicano daqueles piores que se encontram zapeando os canais na televisão aberta, que se desenvolve em Joinville tendo como atores principais o atual Prefeito Carlito Merss (PT) e o deputado estadual Kennedy Nunes (PP), ex-candidato a Prefeito nas eleições de 2008, é mais um ato que corrói a confiança nos políticos. Aliados no segundo turno, ambos selaram um pacto – baixar a água e nao aumentar transporte coletivo – prometendo as mudanças para a sociedade joinvilense. Que nada mais seria igual. Tudo mudaria, mais respeito ao cidadao, etc. É só rever os programas televisivos da dupla. E o povo acreditou. 

Iniciou o governo, dividiram os cargos. Primeira encrenca, o aumento da água que é municipalizada. Diz que me diz prá lá e prá cá, um negou o outro e suas propostas. Um disse que não lembrava disso. O outro, que foi alguém que editou aquele programa, ele não tinha prometido isso. Desgaste. Frustração. Do povo. Eles? Reafirmaram o pacto. Um dizendo que tudo continuava como antes no reino de Abrantes. O outro reafirmando que se o Prefeito aumentasse o ônibus, aí sim, romperia. E dizia mais: se ele anunciasse o aumento, mas sinalizasse com subsídio público, ele não romperia! Uma tragédia! 

Eis que o Prefeito Carlito aumenta, e acima da inflação, a passagem do transporte coletivo. E o casamento acaba, ruidoso, e como se diz no palavreado popular, virou um “barraco” geral. Assistindo a tudo isso? A população joinvilense, cada vez mais desacreditada nos políticos. Afinal, em quem acreditar após tanta promessa de pessoas que se autodenominavam “puros”, novidade?

A foto do melhor time da campanha 2008

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equipecampanhamauro2008.jpgTive o orgulho de compartilhar uma campanha eleitoral pesada para Prefeito de Joinville em 2008 com muitas pessoas nota 10. Na foto de autoria de Max Schwoelk, um dos soldados do nosso exército, aparecem Antonio Peres, Max, Tuffi, Edson, e ao fundo, Claudia (encoberta) e Sandro. O momento do click foi o último debate do primeiro turno, quando o nosso candidato Mauro Mariani foi o destaque na RBS TV. Eu estava no estúdio. Falta ainda nesta foto a presença da colega Hildy Vieira e do nosso pequeno frank, Daniel Baggio, combativo defensor do nosso site. Fica aqui meu agradecimento, de coração, a essa gente boa que me concedeu o prazer e a honra de conviver em um dos momentos mais importantes da minha vida profissional. Valeu gente! Sucesso sempre para todos e todas…

A música do dia com o inesquecível Cartola..

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Agenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e violonista brasileiro. Considerado por diversos músicos e críticos como o maior sambista da história da música brasileira, tem suas músicas eternizadas por grandes nomes da música nacional. Entre suas grandes obras estão músicas como “As Rosas Não Falam”, “O Mundo é um Moinho”, “Acontece”, “O Sol Nascerá” (com Elton Medeiros), “Quem Me Vê Sorrindo” (com Carlos Cachaça), “Cordas de Aço”, “Alvorada” e “Alegria”. Curtam “O Mundo é um Moinho” em gravação da década de 1970.