Arquivar 13 de abril de 2020

Gestão de Crises não é para amadores

Coronavírus. Covid-19. Pandemia. Isolamento Social. Mortes aos milhares. Paralisia econômica. Renda zero. Emprego zero. Gripezinha. Fique em casa. Dissonâncias. Overdose de informação. Tudo o que você vivia acaba de mudar, assim, como se seus dedos apertassem o controle remoto e o canal mudasse, sem volta para o anterior. Assim é agora no mundo. Todo mundo acossado, perdido, e sem poder parar.

Já fui gestor de muitas crises de imagem, seja na área pública ou privada. Ao longo de mais de 25 anos na área da comunicação, o que sempre ouvi e vi acontecer em momentos de crise foi “precisamos reduzir custos”. Qual o primeiro corte? Comunicação, marketing. Toda reação ao que acontecia começava por cortar o que jamais deveria ser cortado que são os investimentos em comunicação. Na crise se deve investir mais no guarda-chuva da comunicação, nunca menos.

A cada corte que vi, e também fui cortado muitas vezes, após a crise o custo para o “retorno à normalidade” sempre foi muitas vezes mais alto que a manutenção custaria. É simples de entender. Como diz o personagem de um filme infantil, continue a nadar. A onda poder ser gigante. Continue a nadar e ainda mais forte para superá-la. Ao escolher a paralisia, a força desta onda te jogará para a praia, ou as pedras. Você terá, se tiver resistido, que voltar a nadar desde a orla até chegar novamente no lugar onde havia conquistado.

Afora isso, não cortar investimentos em comunicação, ainda mais na era ultra-digital em que vivemos, há que se ter gestores testados e preparados para crises. A experiência dá segurança e muita antevisão do que fazer, como fazer, aonde e quando agir. Não que o experiente tenha a bola de cristal e, ao tocar lá vem o futuro, nada disso. Um profissional de comunicação experiente e vivido em vitórias, derrotas, erros e acertos, meio que tem um “check-list” que o permite prever com muito mais acerto os passos a tomar para se garantir que uma imagem, uma marca, e com eles os negócios e lucros, sejam perdidos.

Gestão de crises não é para amadores. Quem tem a comunicação como setor essencial arranca sempre na frente. Se possuir um sistema de Governança da Comunicação, método criado por Salvador Neto para todos os tipos de negócios e pessoas públicas, segura a crise com mais força e organização. Agora foi o Coronavírus que derrubou grandes corporações, bolsas de valores, governos, sistemas de saúde e muito mais. Amanhã certamente será outra “novidade” a testar nossas capacidades humanas de viver em sociedade, em solidariedade, e de forma a que não destruamos a nossa casa Terra.

Neste momento em que poucos sabem o que fazer e se desesperam com a tomada de decisões de governadores e prefeitos sobre como e quando retomar negócios – acredite, eles também não sabem como mas tem de fazer algo! – e a vida normal, acredite, invista em comunicação de forma estratégica. Não é só gastar em impulsionamentos, likes, visibilidades fúteis. É garantir um método de ação e reação às crises de forma profissional, segura, experiente e sustentável. Não se iluda, o mundo pós-coronavírus será completamente diferente nas relações econômicas, pessoais. A única coisa que não muda nunca: a comunicação. Pense nisso, crie a sua Governança da Comunicação e seja eficiente diante de qualquer crise.

* Por Salvador Neto, jornalista, consultor e criador do método Governança da Comunicação.

DC – Depois do Coronavírus, algumas mudanças que virão

Ambicioso e talvez prematuro, existem aspectos que já neste momento podem ser antecipados de movimentos estruturais que impactarão o mercado, o varejo e o consumo como resultado do cenário em explosiva transformação que começou pelo Covid-19 e foi exponenciado por um conjunto de outros fatores, controláveis e incontroláveis, caracterizando o DC atual, Depois do Coronavírus:

  • Aceleração da consolidação do novo eixo geopolítico e econômico do mundo – É evidente que não é algo específico para varejo e consumo, mas tem e terá implicações também muito fortes em termos de abastecimento, marcas, logística, produtos e canais de vendas e relacionamento. Era um processo em evolução, mas está sendo agora acelerado o empoderamento da Ásia no epicentro da transformação geopolítica e econômica mundial. Enquanto China, Coreia, Cingapura e outros países da Ásia se integram e encaminham soluções pragmáticas e rápidas para contornar o epicentro do furacão gerado pelo Coronavírus, países como Estados Unidos de um lado e Itália, Espanha e outros, em outra dimensão, demoraram em se sensibilizarem e mobilizarem para enfrentar o problema e as consequências serão dramáticas no plano social, político e econômico, fragilizando ainda mais as lideranças políticas em todos esses países e ensejando movimentos de renovação;
  • Redução da importância estratégica dos Estados Unidos para o Brasil. E para o Mundo – A ainda maior economia do mundo reduzirá sua importância estratégica para o Brasil por conta da necessidade de equacionar seus próprios problemas e dificuldade em apoiar outras economias. No âmbito do varejo e do consumo isso pode significar redução da importância de marcas, canais, empresas e negócios envolvendo consumo a partir dos Estados Unidos. O movimento do Walmart recentemente, liquidando suas operações no Brasil e em outros países da América do Sul, já era uma sinalização desse processo. Ante as dificuldades locais pela ação da concorrência, em especial no digital e mais especificamente da Amazon, preferiram recolher o time e concentrar esforços. Ainda que Amazon, na contramão desse movimento, se proponha a crescer de forma mais agressiva no Brasil, no conjunto da obra, envolvendo empresas, negócios, marcas, lojas e conceitos norte-americanos, haverá uma perda de relevância do que for criado, desenvolvido e operado a partir dos Estados Unidos;
  • Aumento da importância econômica da China para o Brasil – Na mesma linha de raciocínio temos outro elemento, que também já estava em evolução, com a China que já havia se transformado no principal destino de produtos brasileiros, e em seguida teremos uma aceleração desse processo, tanto pelo lado da emergente e demanda de lá como pela fragilização das importações de países ocidentais e em particular dos Estados Unidos, boa parte da Europa e América do Sul. O desafio, e a maior oportunidade, será transformar essas exportações dominantes de commodities, em exportações de produtos e marcas com maior valor agregado. Teremos, igualmente, num momento seguinte, o aumento da presença de empresas chinesas no mercado brasileiro, na fase inicial em áreas estruturais, mas avançando para outros setores incluindo finanças, varejo e consumo. E nesse vetor, é preciso alta dose de alienação no atual cenário, para manifestações despropositadas, desnecessárias e inconsequentes que possam afetar as relações entre os dois países pela importância estratégica que China tem e, crescentemente, terá com o Brasil;
  • Aumento dos gastos globais com serviços no médio e longo prazo – No curto prazo haverá concentração de gastos com alimentos e medicamentos, mas no médio e longo prazo tenderá a haver um aumento dos gastos com serviços, especialmente envolvendo saúde, educação, comunicação e outros. Superada a crise, em algum momento futuro, haverá a recuperação dos gastos com turismo, lazer e entretenimento, mas é um enigma se haverá uma compensação imediata do período de privação ou haverá uma gradativa retomada por conta de um consumidor mais conservador que irá emergir como resultado da crise vivida;
  • A emergência do omniconsumidor-cidadão megaconectato e discriminante – Por conta do abissal crescimento do tráfego de dados e informações em ambiente recluso e mais tempo para consumo dessas informações, emerge um omniconsumidor-cidadão megaconectado e discriminante como nunca. Com o que é real, porém mais sensível também ao fake. Porém ainda mais consciente e avaliando com mais profundidade e sensibilidade tudo que é recebido. Não podemos dizer, ao menos por enquanto, que essa análise tem maior racionalidade, pois definitivamente a sensibilidade com o drama que está sendo vivido é muito alta e, em muitos casos, exacerbada pela comunicação aberta, especialmente por alguns veículos. Mas à medida que o tempo passar vão sendo filtrados conteúdos e fontes e novos comportamentos advirão dessa consciência, reposicionando relações e percepções, tanto com respeito a marcas, produtos, negócios e serviços e também, sobre as questões políticas e sociais;
  • Necessidade e Conveniência mudam a participação dos canais de vendas e relacionamento. Consumidores aprendem novos hábitos que marcarão seus consumos futuros – Da mesma forma como aconteceu na crise financeira de 2007-2009 nos Estados Unidos, quando os norte-americanos “descobriram” os Warehouse Clubs, Clubes de Atacado, como Costco e outros e, em boa parte, mantiveram o hábito de comprar neles mesmo depois de superada a crise, deveremos ter algo similar no mundo e muito especialmente no Brasil com parcelas importantes da população aderindo ao e-commerce e o delivery. Esses sistemas crescerão ainda mais de importância como canais de vendas e relacionamento. Já era um movimento em rápida evolução, mas sua importância será acelerada de forma marcante por conta da percepção, quase que compulsória, de suas virtudes, limitações e oportunidades;
  • Mudam participações e perspectivas para os players tradicionais do varejo – A capacidade, prontidão e condição de inovação e implementação de alguns players tradicionais do varejo ensejará mudanças relevantes nas participações de mercado, favorecendo em especial as empresas mais “digitais” em sua proposta e que consigam equacionar mais rapidamente os gargalos que se criaram em questões de logística, abastecimento, comunicação, crédito, pagamentos e outros fatores;
  • Dramática mudança do “share of wallet” das diversas categorias no curto e médio prazo – Por absoluta necessidade e contingência a distribuição de dispêndios no curto e médio prazo para as diferentes categorias, será profundamente alterada em benefício de alimentos, bebidas, medicamentos e produtos de limpeza, saúde e bem-estar e talvez algo em educação e eletrônicos. Tudo isso com prejuízos em moda, vestuário, calçados, material de construção e, fora do lar, lazer, diversão e turismo. Ainda que o maior impacto ocorra no curto e médio prazo, parte desse comportamento será mantido posteriormente por conta de um consumidor mais ressabiado e cauteloso que deverá emergir de todo esse processo. Mas é verdade também que, na recuperação futura, alguns nichos de mercado tenderão a um mecanismo de compensação, aumentando gastos em categorias, produtos, marcas e serviços que foram contingenciados no período de crise;
  • Aumento da infidelidade para produtos, marcas, serviços e lojas – De forma simplista a necessidade é a mãe das virtudes e por conta do quadro instaurado a necessidade se sobrepõe aos desejos gerando redução da fidelidade de forma geral. O lado positivo é que, como compensação, aumenta a propensão à experimentação o que favorece a “descoberta” de produtos, marcas, serviços e lojas que pode converter em preferência se o valor percebido for relevante suficiente para precipitar mudanças. Mas o movimento de “infidelização” já era algo desenhado e em evolução por conta do aumento exponencial da informação que chegava aos consumidores, estimulando a experimentação e no período esse processo é exponenciado;
  • Aceleração da redução de distância entre marcas e consumidores – Seja por conta do difícil quadro de abastecimento de curto e médio prazo, seja por conta de um movimento que já vinha acontecendo, passado o período mais agudo dessa crise instaurada, os fornecedores de produtos e marcas para o varejo, tenderão a repensar suas estratégias de distribuição criando canais diretos e exclusivos. Isso ocorrerá não só, mas usando especialmente os canais digitais que aumentarão sua participação de mercado e porque podem ser implantados com menores investimentos e custos operacionais pela indústria. No futuro próximo teremos uma maior participação da indústria e também empresas de serviços indo diretamente ao consumidor criando uma nova realidade na estrutura de distribuição;
  • Reconfiguração das alternativas de locais e formatos para compras e serviços – O crescimento da participação das alternativas digitais já era uma realidade no mundo e precipitava uma forte revisão da participação dos canais e locais de compras. O setor de shopping centers já vinha enfrentando essa realidade repensando sua oferta em termos de produtos, marcas e serviços. Mas tudo isso agora toma outro rumo, no curtíssimo prazo e por período limitado pelo acesso proibido. Mas no médio e longo prazo crescerá esse processo de reconfiguração dos shoppings e centros comerciais pela aceleração de uso da conveniência, facilidade e intimidade do e-commerce e do delivery.

E igualmente sua reconfiguração como destinos de entretenimento e lazer e, de forma mais abrangente, de serviços pessoais. Mas também teremos a expansão dos locais de compras autônomos, com menos gente e mais conveniência. Localizados onde está a demanda e permitindo a redução do tempo e a necessidade de deslocamento, vamos assistir ao crescimento de uma nova geração de formatos, onde Amazon Go e outros, foram precursores, mas agora reconfigurados em sua proposta, tecnologia e oferta.

Igualmente relevante é a discussão de curto prazo envolvendo as relações entre desenvolvedores de centros comerciais e inquilinos, ambos pressionados pelas estruturais mudanças e que marcarão as percepções e discussões futuras entre esses grupos integrando ou dificultando o diálogo estrutural;

  • Cresce ainda mais a importância do Propósito, não só na teoria, mas o Propósito em ação – Esse movimento também estava bem definido, especialmente a partir dos últimos anos, quando empresas e marcas se deram conta que gerações emergentes cobravam das empresas e das marcas um maior compromisso com o social e o coletivo. A atual crise torna essa demanda muito mais forte, pois ações, iniciativas, comunicação e relacionamento tornaram muito mais relevante à demonstração desses compromissos, não como simples discurso no meio do drama, mas de forma estratégica, estruturada e genuína. Ao contrário, empresas e marcas que não têm o aval de sua história e ações estruturais e efetivas nessa direção, precisam ter muito cuidado para não serem expostas e vistas como oportunistas por consumidores-cidadãos que estão ainda mais sensíveis e atentos com esses aspectos;
  • Uma nova dimensão da percepção de risco – Tudo parecia simples, fácil e positivo num cenário onde o novo, especialmente em termos de tecnologia, era premiado com capital abundante e os benefícios do ávido mercado financeiro. O mundo caiu na real e o lado negativo é que tudo isto custará muito caro para muitos. O lado positivo é que fundamentos da gestão de negócios e empresas voltam a ser valorizado e margem, deixará de ser coisa de rio, na expressão dos jovens empreendedores e o “basic to basics” voltará a ser valorizado e parâmetro de decisões de médio e longo prazo, sem desvalorizar a força da inovação tecnológica, transformadora do mercado;
  • Ser empresário ou empreendedor. Nada será como antes. Para ninguém – Para muitos empresários ou empreendedores essa é sua primeira e mais séria crise sendo enfrentada nessa condição. Ainda que o digital possa reduzir distâncias, ele não elimina o isolamento de quem está no comando, especialmente quando a crise tem as dimensões e impactos que a atual traz consigo. Muitos considerarão seriamente em voltar à condição de empregados. O problema é que, estruturalmente, seus empregos do passado não mais existem. Vivemos uma profunda e ampla transformação estrutural do emprego por conta do avanço da tecnologia e da reconfiguração do mercado. E agora, para muitos, cai a ficha que como tudo na vida existem ônus e bônus em tudo que envolva negócios. E isso cria uma nova realidade fazendo emergir uma geração de novos empreendedores forjados na maior crise recente da humanidade.

Como sempre no consumo e no varejo é fundamental cuidar do presente, com a “barriga no balcão” sem tirar os olhos do futuro, mesmo no meio dessa tempestade mais do que perfeita, é interessante considerar esses pontos, ainda que, eventualmente, ambiciosos demais em sua proposta para este momento. Simples e genuíno desejo de compartilhar percepções.

Fonte: Meio e Mensagem

Não pare de estudar, aprenda via EAD

O confinamento preventivo em casa, para não se infectar e não ajudar a propagar o novo coronavírus, criou um ponto de inflexão na trajetória do ensino no Brasil. Em 18 de março, o Ministério da Educação publicou a Portaria nº 343, que autoriza “em caráter excepcional” a substituição de aulas presenciais por aulas do modelo educação a distânica (EAD) que utilizem tecnologia de informação e comunicação remota em cursos que estavam em andamento.

Paralela a norma do MEC, governadores e prefeitos suspenderam as aulas para evitar o crescimento da covid-19 como já aconteceu na China, Coreia do Sul, Itália, Espanha e nos Estados Unidos.

As iniciativas públicas fizeram com que “diversas instituições adotassem a modalidade EAD [Educação a Distância] literalmente do dia para a noite em cursos presenciais em andamento, inclusive no ensino médio”, registra André Luis Garbulha, especialista há 18 anos na modalidade de ensino e aprendizagem.

“Tivemos que nos adaptar ao esquema de home office [teletrabalho]”, conta Márcio Joaquim dos Santos, coordenador do curso de Recursos Humano da Faculdade Anhanguera Santana, em São Paulo. Segundo ele, graças a ferramentas e plataformas online, tem conseguido manter contato com alunos e professores. Pelo computador em casa ou celular, alunos têm acesso a vídeos, apresentações explicativas de slides, respostas de dúvidas por e-mail e até aula online ao vivo, descreve.

“A EAD se encaixa perfeitamente como solução para a realidade atual. Devido a sua flexibilidade, aos diversos meios de transmissão de conteúdo (vídeos, textos, aplicativos, jogos), aos canais de comunicação existentes, além de beneficiar os diferentes tipos de aprendizagens”, avalia Fábia Kátia Moreira, consultora de EAD e tecnologia internacional, atuando na área há mais de 25 anos.

Para ela, “diante da pandemia da covid-19, mesmo as instituições mais tradicionais e resistentes à EAD estão lançando mão dessa modalidade, senão para oferecer novas possibilidades de aprendizagem aos estudantes, ao menos para garantir o cumprimento dos duzentos dias letivos exigidos em lei.”

“Nesse momento que estamos vivendo, realmente a modalidade está se mostrando uma ótima alternativa, pois possibilita que mesmo estando cada um na sua casa, as pessoas deem continuidade aos estudos, podendo interagir com docentes e colegas de sala”, acrescenta Marcos Lemos, vice-presidente acadêmico da Kroton, que conta com mais de 1.400 polos de ensino de escolas e faculdades pertencentes ao grupo de ensino privado (Anhanguera, Pitágoras, Unime, Uniderp, Unopar, Fama e Unic).

Segundo ele, apesar de ainda haver “claramente distinção entre ensino presencial e a distância no Brasil”, a continuidade do calendário acadêmico deste ano só será possível “graças ao modelo acadêmico e à utilização de recursos de tecnologia e de conteúdos a partir do ambiente virtual de aprendizagem, que já faz parte do dia a dia desses estudantes”. Em diferentes escolas e faculdades, os alunos têm acesso a aulas digitais, deveres de casa, avaliações, pontuações das diferentes atividades e indicadores de acompanhamento.

EAD não é para qualquer um

Fábia Kátia Moreira pondera que a EAD é “uma faca de dois gumes”. Se o curso não for bom, “pode trazer consequências como maior resistência à modalidade [de ensino], falta de credibilidade e má formação”.

Do lado positivo, “se bem programada e executada”, a aprendizagem pode desenvolver habilidades e competências no estudante úteis para toda a vida, como  “autonomia, disciplina, organização do tempo, competência de leitura e interpretação, cumprimento de metas e prazos, além do desenvolvimento de habilidades de alta complexidade como compreensão, análise e síntese.”

Pesados prós e contras, a consultora sublinha que “A EAD não é para todos”. A modalidade de ensino e aprendizagem exigem autonomia, disciplina e alta dose de dedicação. “Grande parte dos nossos estudantes, sobretudo do ensino fundamental ainda não está preparada para essa modalidade”, alerta.

O especialista André Luis Garbulha concorda e também afirma que a EAD “não é para todos”. Segundo ele, “ocasionalmente, as pessoas são atraídas para EAD pelo baixo valor das parcelas, mas se esquecem que deve haver um comprometimento individual e até familiar mais profundo com os estudos. Será exigido do aluno disciplina e foco.”

Crescimento da modalidade

A Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) projeta que em 2023 mais alunos se matricularão em cursos da modalidade de Educação a Distância do que nos presenciais.

O Censo da Educação Superior, realizado pelo Inep/MEC, indica que desde 2016 a matrícula em cursos EAD cresce mais de 5% ao ano, enquanto as inscrições nos cursos presenciais estão em declínio. O censo de 2018, realizado pelo Inep mostrou, pela primeira vez na série histórica, mais vagas ofertadas a distância (7,1 milhões) do que em cursos presenciais (6,3 milhões).

De acordo com os especialistas, o mercado de trabalho absorve a mão de obra bem formada em cursos a distância. “Segundo a Associação Brasileira de Recursos Humanos, a modalidade EAD tem sido tão aceita quanto a presencial. O recrutador não observa a modalidade, mas se a Instituição tem boa avaliação no MEC”, cita Fábia Kátia.

Garbulha aponta vantagens competitivas para quem se formou em EAD: “para concluir uma graduação a distância, habilidades como organização, disciplina, proatividade e foco são altamente desenvolvidas indiretamente, o que não necessariamente ocorre com alunos presenciais”.

Conforme disse à Agência Brasil, “o empregador só sabe que o candidato ou empregado realizou sua graduação ou pós graduação na modalidade EAD se isso for dito em algum momento”. A legislação obriga as instituições a emitir os diplomas e certificados sem que haja qualquer tipo de diferenciação entre os cursos presenciais ou a distância.

Escolha do curso

“Ao escolher um curso de ensino superior, independente da modalidade, é importante procurar conhecer sobre a instituição, verificar informações do curso como, por exemplo, carga horária estimada, programa de disciplinas, sequência de módulos etc. No entanto, mais importante do que isso é ter em mente a qualidade do curso”, recomenda Marcos Lemos.

No caso de cursos formais, como os de graduação em curso superior, Fábia Kátia orienta os interessados “verificar se os conteúdos mínimos exigidos pelo Ministério da Educação [disponíveis nas Diretrizes Curriculares Nacionais] constam no currículo, bem como a avaliação da instituição e do curso no MEC”.

Segundo ela, outro aspecto importante é “a metodologia adotada, pois o material didático oferecido e a tutoria ativa são de suma importância para o processo de aprendizagem”.

A escolha do curso deve ser feita a partir do interesse do aluno e com base em pesquisa. Para André Garbulha, a orientação geral é começar a escolha “verificando no site do Ministério da Educação se a instituição escolhida possui o credenciamento para modalidade EAD”.

O interessado deve buscar informações também com referências no mercado de trabalho e entre alunos da instituição. “Uma instituição tradicional e reconhecida por formar bons profissionais, que ofereça EAD, é uma ótima escolha”, sugere.

ECOM Escola da Comunicação
Um empreendimento da Salvador Neto Comunicação, a ECOM – Escola da Comunicação é mais uma fonte para que você não pare de estudar e aprender nestes momentos de isolamento social por conta do Coronavírus.

Focada em oferecer cursos online exclusivos e sempre voltados às formas de comunicação humana, a ECOM está ampliando a oferta de seus cursos com base em parcerias com profissionais sérios e qualificados. Conheça a ECOM, acesse: https://escola-da-comunicacao.coursify.me/

#Fique em Casa!

Nós da Salvador Neto Comunicação temos como premissa a ética e a transparência total em suas ações e atividades. Por isso neste momento grave da saúde pública mundial, pedimos a você que nos acompanha: fique em casa!

O Covid-19 (Coronavírus) não é uma gripezinha, não atinge somente idosos – e eles são tão importantes quanto qualquer ser humano -, ele atinge a todos sem distinção de cor, classe, gênero, classe social, ele é altamente democrático para levar milhões para a morte se não houver isolamento.

A ciência, os especialistas, os médicos, profissionais de saúde, e a imprensa e jornalismo qualificados, são as fontes reais e verdadeiras para que você saiba o que está acontecendo, e das medidas a seguir. Não ouça quem diz a você, vai para a rua, tá tudo certo! Vamos ser solidários, mais humanos, e valorizar a vida em primeiro lugar sempre!

Dinheiro, emprego, empreendimentos, reconstruímos e reconquistamos. A vida acaba se não cuidarmos dela. Mais uma vez pedimos: Fique em Casa! Isso vai passar.

Coronavírus – “A infodemia ameaça mais que o vírus”

Novamente o mundo anda às voltas com uma nova epidemia, agora o Coronavírus. A ameaça que já atinge mais de 100 países e infectou mais de 100 mil pessoas no mundo e matou cerca de quatro mil delas, avança derrubando a saúde, as bolsas, empregos, a movimentação do mundo. Para acalmar e orientar a quem se assusta com as notícias, segue artigo publicado no Observatório da Imprensa:

O inevitável acabou acontecendo. O covid-19, mais conhecido como novo coronavírus, chegou ao Brasil e agora temos diante de nós duas responsabilidades igualmente importantes: mobilizar os recursos médicos e científicos para atender às pessoas contaminadas e desenvolver procedimentos capazes de minimizar a consequência potencialmente mais letal da enfermidade, a irracionalidade do medo coletivo.

A terapia mais eficiente contra o pânico social é a informação, antídoto das condutas irracionais alimentadas pelo desconhecimento. Mas é também o mais complexo de todos os medicamentos disponíveis no combate ao covid-19. Até agora, as autoridades de saúde vêm pedindo que as pessoas evitem o contágio do medo, mas nenhuma estratégia consistente de comunicação foi desenvolvida para evitar o que já foi apelidado de infovírus.

O problema é complexo porque mexe tanto com o lado racional quanto com o irracional das pessoas colocadas diante de uma ameaça de contágio pelo covid-19. Todos nós temos o instinto natural da autodefesa, mas isso varia de pessoa para pessoa dependendo do seu nível cultural, grau de conhecimentos e do tipo de acesso à informação, para citar apenas os itens mais comuns em matéria de formação de opinião pública.

disseminação de boatos e notícias falsas pelas redes sociais aumentou de tal maneira que empresas como Facebook, Twitter, YouTube, Tik Tok e Tencent montaram grupos de crise para lidar com a contaminação do pânico. A situação atingiu limites críticos na província chinesa de Hubei, onde está localizada a cidade de Wuhan, o epicentro da epidemia. Em cidades inteiras submetidas à quarentena doméstica, seus habitantes passaram a usar as redes sociais obsessivamente, o que facilitou a disseminação de boatos, do medo e de atitudes discriminatórias.

A epidemia, que já configura uma pandemia (disseminação generalizada pelo mundo), é o primeiro caso concreto em que a sociedade planetária globalizada é obrigada a lidar com uma enfermidade cujo combate depende tanto da informação, justo num momento em que nós ainda não sabemos como lidar com ela no dia a dia.

Como enfermidade, o coronavírus não é mais letal que outras epidemias recentes causadas por vírus, como foi o caso da Síndrome Respiratória Aguda (sars) e da zika. A epidemia surgida no interior da China passou a ser temida mundialmente porque contaminou a disseminação de informações num mundo digitalmente interconectado, algo absolutamente inédito na história da humanidade.

Boatos mais velozes que o vírus

Até agora, estávamos acostumados a combater epidemias usando apenas médicos, enfermeiras, remédios e hospitais, mas a revolução tecnológica, a globalização social e a explosão demográfica criaram uma situação inteiramente nova que está pondo à prova nossa capacidade de adaptação à nova realidade.

A ciência moderna pode encontrar uma vacina contra o coronavírus com relativa rapidez. Não faltam conhecimentos, dinheiro e equipamentos de pesquisa. Além disso, cientistas australianos já desenvolveram um aplicativo apoiado em robôs eletrônicos que consegue detectar rapidamente o surgimento de uma epidemia usando como base mensagens no Twitter trocadas entre doentes, médicos e hospitais. Seriam fatores capazes de gerar tranquilidade, mas o que se nota é um aumento acelerado das condutas irracionais alimentadas pelo medo, mostrando que o contágio do pânico é muito mais veloz do que a transmissão física do vírus.

Essa disparidade entre informação e desinformação está na origem da primeira grande infodemia da nova era digital. Para combatê-la, não bastam vacinas e hospitais. É essencial um recurso altamente escasso no mundo inteiro e que ainda é pouquíssimo estudado: como lidar com a informação em situações críticas, onde as pessoas são confrontadas com o desconhecimento?

Durante mais de um século, fomos instruídos pela imprensa comercial a esperar dela a solução para a grande maioria de nossos problemas. “Vocês pedem, nós investigamos e publicamos as soluções” foi o mantra tradicional dos conglomerados midiáticos, incorporado pela maioria dos jornalistas profissionais. Hoje, a situação mudou radicalmente. A imprensa está em crise, não pode mais responder a todas as demandas da sociedade e nós ainda não conseguimos resolver por nossa conta os dilemas criados pela avalanche de informações criadas pela internet.

Estamos sendo contaminados pela infodemia do coronavírus sem ter o preparo suficiente para lidar com o contágio do medo. Apenas uma elite de pesquisadores da comunicação tem consciência do papel crítico que a informação passou a ter em todos os mecanismos sociais contemporâneos. Em algumas áreas, como a política, o fenômeno das fake news conseguiu incorporar ao vocabulário cotidiano uma preocupação que é compartilhada por cada vez mais pessoas. Nas redes sociais, também há bolsões de conscientização das consequências de notícias falsas, boatos e rumores.

A pandemia do coronavírus pode criar uma situação crítica em matéria de informação sobre como lidar com a nossa saúde. Estamos sendo obrigados a reconhecer que nosso bem estar não depende mais apenas de remédios e tratamentos. Depende também, e muito, do tipo de informação que temos e sobre a qual baseamos nossas decisões. Os cientistas podem até descobrir a cura do coronavírus, mas se o contágio do medo for mais rápido, o esforço dos pesquisadores será incapaz de salvar a vida de todos os infectados física e informativamente.

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Carlos Castilho é jornalista profissional, graduado em mídias eletrônicas, com mestrado e doutorado em Jornalismo Digital e pós-doutorado em Jornalismo Local.

ECOM Escola da Comunicação busca parceiros

A ECOM Escola da Comunicação, portal que abriga cursos exclusivos e voltados especificamente à comunicação iniciou atividades na metade de 2019. Fruto de uma ideia do jornalista Salvador Neto com base também em suas experiências multidisciplinares, a ECOM prepara-se agora para ampliar o leque de cursos oferecidos ao mercado, às pessoas que buscam capacitações a custo baixo, de uso a qualquer hora, lugar e com professores de alto nível.

A partir de fevereiro, a ECOM busca professores e instrutores interessados em produzir e veicular seus cursos na plataforma ECOM Escola da Comunicação com condições especiais de ganhos na venda aos clientes. Há um método que orienta os parceiros nesta caminhada, inclusive para professores e instrutores que nunca gravaram ou produziram vídeos aula. A ideia é proporcionar oportunidades a estes profissionais para ganhos extras, e também oferecer novos cursos inovadores a quem precisa.

“Vamos dar mais um passo em nosso planejamento estratégico. Ninguém cresce e amplia espaços sem parcerias. É isso que estamos propondo, e divulgando para que novos parceiros venham a fazer parte desta história da ECOM – Escola da Comunicação, um portal único para quem busca aprender a se comunicar melhor”, afirma o jornalista Salvador Neto.

Interessados em participar devem enviar seus currículos e propostas de cursos para imprensa@salvadorneto.com.br, e a partir daí as conversas se intensificam. “Sem frescuras, sem muitas objeções. Precisamos é dar oportunidade a quem tem conhecimento para que o venda a quem precisa”, finaliza Salvador Neto.

Assessoria de Imprensa – Coletiva de Imprensa On Line, pode? Pode

Em comunicação corporativa, a coletiva de imprensa é uma espécie de evento midiático. Na prática, as assessorias de imprensa organizam encontros com jornalistas de redação para emitir comunicados oficiais sobre determinada marca. A estratégia costuma ser adotada para divulgar pautas extremamente relevantes e, principalmente, em gestão de crise

Historicamente, a maioria das conferências é estruturada no formato presencial. A organização do evento é a responsável por reservar o ambiente para receber os profissionais de imprensa. A dinâmica da coletiva é bem simples. Há uma rápida introdução do assessorado sobre os principais pontos da pauta e, logo em seguida, o espaço é destinado às perguntas dos jornalistas acerca do tema.

Contudo, por se tratar de um evento presencial, há complicações logísticas para os profissionais de imprensa comparecerem. Vale ressaltar que, com as redações enxutas, torna-se inviável a presença de determinados jornalistas. Afinal, a locomoção entre a redação e o local reservado pode custar horas preciosas. Levando em consideração a escassez de mão de obra, tal ausência para cobrir o evento pode ser prejudicial.

Coletiva de imprensa online 

Com o alto avanço da tecnologia, o mercado de comunicação corporativa sofreu grandes transformações. Entre elas, a possibilidade de modificar a estrutura padrão das conferências, tornando possível organizá-las também no âmbito digital. O principal benefício em optar pelo online, sem dúvidas, é a otimização de tempo em via de mão dupla. 

Por um lado, a assessoria ganha tempo e reduz custos na hora de organizar o evento. Tendo em vista que não é necessário criar uma estrutura para receber os profissionais de imprensa. Tampouco, restringir os convites para jornalistas que atuam em regiões próximas ao local onde o assessorado está situado. 

Além disso, não há necessidade, por exemplo, de reservar um ambiente que atenda a diversidade de veículos. Afinal, é extremamente importante que o local destinado a entrevista coletiva seja arquitetado para jornalistas de televisão com os aparatos técnicos de filmagem e, até mesmo, para profissionais que entrarão ao vivo durante a conferência. Sem contar as questões que são mais técnicas, como a iluminação apropriada  e afins. 

Por outro lado, os próprios jornalistas possuem maior facilidade para participar das entrevistas coletivas online. A grande vantagem é ganhar tempo justamente por não precisar se deslocar entre a redação e o endereço do evento. Além disso, abre-se a possibilidade de profissionais de regiões distantes marcarem presença. 

Ferramentas essenciais

Para organizar a coletiva de imprensa online, é fundamental obter uma ferramenta destinada a criar eventos. Na prática, custear a conferência digital apresenta um custo-benefício melhor em relação ao modelo presencial. De qualquer forma, é essencial investir em plataformas para preparar eventos de forma eficiente. A famosa tecnologia streaming.

O webinar, como é chamada as conferências digitais, é destinado a transmissões ao vivo. Com isso, a execução da entrevista coletiva ocorre perfeitamente. Caso haja necessidade em compartilhar qualquer tipo de material, é possível fazer upload de arquivos para apresentar aos convidados presentes. 

Para abrir o espaço às perguntas dos profissionais de imprensa, basta utilizar o chat geral da sala. Por lá, os jornalistas conseguem enviar suas perguntas e, ao mesmo tempo, acompanhar dúvidas dos colegas de profissão. No caso, o assessorado pode selecionar as principais perguntas para responder. 

Com uma ótima ferramenta de webinar, é possível saber a quantidade de usuários ativos na entrevista coletiva e, ao mesmo tempo, saber exatamente qual profissional em questão compareceu ao evento. Ao final da conferência, há como fazer download da lista de presentes e, claro, das perguntas que foram elaboradas no chat disponível. 

Outra grande vantagem em optar pelo evento online é manter um histórico completo da conferência. Se por acaso algum jornalista não pode comparecer no momento, é possível compartilhar o link pós-evento. Com o histórico em mãos, a própria assessoria de imprensa consegue analisar e aplicar media training em aspectos que precisam melhorar. 

Desvantagens 

Na hora de optar entre uma coletiva de imprensa online ou presencial, deve-se considerar alguns pontos. O primeiro fator é considerar o principal objetivo com o evento. Se as entradas ao vivo dos jornalistas de televisão forem essenciais para a estratégia de comunicação, o modelo presencial é o mais adequado a ser aplicado. Afinal, não há como acontecer nenhum link no âmbito digital. Portanto, no momento de escolher o melhor canal para realizar a coletiva, basta considerar o que é esperado com o evento em si. 

Concluindo…

A coletiva de imprensa online é uma excelente alternativa ao modelo presencial. Além de otimizar tempo em via de mão dupla — tanto ao assessorado, quanto aos jornalistas de redação –, é um canal que pode apresentar um custo-benefício melhor em relação ao formato habitual. 

Além disso, o resultado final pode apresentar melhores indicadores. Desde a quantidade maior de participantes, devido à facilidade em participar, até na redução de investimentos destinados para organizar e estruturar uma conferência. 

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Salvador Neto assinará coluna política em jornal catarinense

Com a experiência que já ultrapassa os 30 anos em atividades na política, além das atividades no setor privado e social, o jornalista Salvador Neto assume neste mês de fevereiro a coluna “Palavra Livre” no jornal Folha Metropolitana (https://www.jornaldafolha.com.br), jornal que já circula na região norte de Santa Catarina e agora vai informar também Joinville, a maior cidade do Estado.

Maior pólo industrial catarinense, a cidade está sem a presença de um jornal diário há alguns anos. O espaço é ocupado por alguns periódicos que circulam semanal e mensalmente, mas ainda aquém das necessidades de uma população que gera o maior PIB de SC. Toni Pereira, o empreendedor que está a frente da Folha Metropolitana desde a sua fundação há cinco anos, acredita que o empresariado se ressente de um jornalismo mais ativo e com qualidade editorial.

Salvador Neto já criou dois jornais nos anos 2000 – Mercado de Trabalho e Correio do Trabalho. Escreveu colunas políticas para o Blog Chuva Ácida, o portal SC em Pauta e mantém seu próprio Blog, o Palavra Livre (www.palavralivre.com.br) há 12 anos. Empreendedor nato e muito procurado para assessorar e prestar consultoria em comunicação para atores políticos em Santa Catarina e Brasília, o veterano jornalista conhece como poucos os bastidores do poder e vai contribuir para que a cidade e o norte catarinense tenham informação a altura do tamanho de Joinville.

“Os leitores vão encontrar informações exclusivas, análises sem paixões, com ética e compromisso com o interesse público, e não de alguns públicos. Minha história profissional e pública assinam, antes do meu nome, a credibilidade de quem sempre faz o que sabe fazer com amor e dedicação”, destaca Salvador Neto. Com ele um time de grandes nomes como Jura Arruda, escritor e cronista, Rubão – Rubens Herbst que assinou a coluna Orelhada durante anos no extinto jornal A Notícia, Élton Carvalho, que foi jornalista da RBS TV, o juiz João Marcos Buch, entre outros.

Inicialmente a Folha Metropolitana vai circular mensalmente, e depois quinzenalmente, o que deve acontecer já em março. A primeira edição circula dia 18 de fevereiro. Você vai encontrar a Folha Metropolitana Joinville e Região nos melhores locais da cidade.

Estamos de volta!

Após rápido descanso entre as festas de final de ano, estamos de volta aos trabalhos em 2020! O ano promete muitas emoções e novidades na comunicação no mundo todo, e nós estamos ligadíssimos nas inovações, e propondo ideias e serviços que podem ajudar sua empresa, empreendimento ou projeto à decolar rumo ao sucesso!

Além da consagrada Assessoria de Imprensa 2.0 que faz a diferença para os clientes quando o assunto é relacionamento com a imprensa em geral e com clientes e sociedade em geral via mídias sociais, Salvador Neto oferece o Tomografia SN, método que descobre e dá o diagnóstico do seu problema de comunicação, passo fundamental para a indicação das soluções para resolvê-los.

A Consultoria Expert ou o Mão na Massa? Após o diagnóstico via Tomografia SN, podemos ajudar sua equipe a executar as ações previstas via Consultoria Expert, onde colocamos nossa expertise a favor da qualificação e orientação do seu time, e eles realizam as tarefas. Ou ainda, se preferir, nós colocamos nossas cabeças e mãos em trabalho direto na execução do projeto. Ou seja, Salvador Neto tem a solução na medida certa que você preferir.

E treinar seu time, é uma boa não? Que tal contratar nossos cursos e treinamentos in company para capacitar, motivar e mobilizar seu time? Temos cursos e treinamentos em Oratória e Liderança, Marketing Pessoal, Marketing para Empreendedores, e muito mais, inclusive com produção de conteúdo específico e moldado ao seu desejo, que tal?

É ano eleitoral, e para quem vai disputar eleições, Salvador Neto oferta também sua experiência única e moderna no planejamento estratégico de campanhas, organização de equipe, comunicação e muito mais com o método “Funil do Voto”, que apoia seu projeto eleitoral e político desde o primeiro passo. Temos mais de 25 anos de experiência no campo político.

Finalizando e que é a cereja do bolo da Salvador Neto Comunicação, é o método “Governança da Comunicação”, um verdadeiro projeto de gestão sustentável para empresas, empreendimentos e projetos com base em uma comunicação eficiente, objetiva, que permite ao executivo e seus liderados a produzir com índice quase zero de ruídos e problemas com funcionários, clientes, fornecedores, sócios e sociedade em geral. O método é exclusivo, e só Salvador Neto implanta pessoalmente em cada projeto.

Estamos conversados? Gostou? Fale com a gente, e vamos iniciar uma parceria ganha-ganha, pois só assim existe harmonia nos negócios e na vida! Faça contato via email imprensa@salvadorneto.com.br, ou via WhatsApp e Telegram (48) 99144-3970 e vamos em frente, realizar!